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Vamos falar de cabelos (os meus)

maio 25, 2013

Em 17 de setembro de 2011 (eu jurava que tinha sido em 2012), eu cortei meus cabelos e assumi o crespo de vez. Foram anos assim:

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E de repente eu estava assim (não tão de repente porque fui cortando os cabelos ao poucos):

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Desde então minha vida é redescobrir meus cabelos e o que ele “gosta” ou “desgosta”. Usei muito google para buscar dicas. Um dia me deparei com esse post no site da Cinthya Rachel. Achei o twisted sista 30 Second Curl Spray interessante, tomei coragem e fiz minha primeira (e única) compra no ebay. O produto chegou e eu comecei a usar. Não ficou muito bom. Eu ainda não estava com os cabelos 100% natural e a parte ainda alisada não aceitava o produto. Dei o spray para uma amiga e abstraí.

Quando viajei para Toronto, em 2012 pensei em comprar, porém acabei testando outros produtos da linha. O que mais gostei foi twisted sista Different Strokes Serum. Como a grana era pouca, voltei sem comprar o ativador de cachos. Meus cabelos ainda estavam bem curtos, não via necessidade. Só que agora os cabelos estão crescendo e eu pretendo não cortar por um tempo. Aproveitei que uma amiga foi para os EUA (não arrisco ebay, nem comprar em sites gringos porque no momento não posso correr o risco de não receber o produto e ainda perder dinheiro), pedi para ela trazer o ativador de cachos. E a mágica se fez.

ImageEsse produto tem salvado minha vida. Tem dia que não tenho tempo de lavar os cabelos, além de não ser recomendável para quem tem cabelos crespos lavá-los todos os dias (o máximo que sou capaz é ficar 2 dias sem lavar cabelos, tenho coro cabeludo um pouco oleoso), e como mágica esse spray devolve os meus cachinhos. E melhor ainda: tem um cheiro suave. Odeio cheiros fortes, principalmente se forem adocicados.

Outra linha de produtos que fizeram um bem enorme aos meus cabelos foi a Mixed Chicks. Melhor creme hidratante para cabelos que já usei. O problema foi que só descobri esse produto na reta final da minha viagem para Toronto. Voltei com um pote de creme já quase pela metade. Para minha tristeza o Beleza na Web não vende essa linha e eu não tive coragem de importar. O preço é bem alto. Então pedi a mesma amiga (que seria da minha vida sem Jana Araujo) para trazer 2 potes do creme hidrante e o leave-in. Esse último para testar. E deu certo. Estou economizando cada gota porque sabe-se lá quando poderei comprar, o fato que os produtos são bons. É muito louco saber que um país como Brasil, miscigenado até a alma, não ter uma linha descente de produtos para cabelos crespos. Sempre bom lembrar: crespos NÃO é a mesma coisa coisa que cacheados.

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E lá se vai 1 ano…

maio 11, 2013

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Não poderia deixar de escrever sobre Toronto. Há 1 ano a essa hora eu estava congelando no voo da Copa Airlines. Acho que já tinha comido danoninho da Batavo e estava curtindo os seriados que passavam e pensando no que me esperava. Havia o pânico de me perder, de recusarem meu passaporte, havia a ansiedade da primeira viagem internacional, a primeira vez tão longe de casa. Foi durante o(s) voo(s) – foram 2 – eu comecei a ouvir Strangeland, o álbum do Keane que passaria a ser parte importante da minha viagem. Um banda que eu conhecia muito pouco e que agora faz parte dessa parte da minha história. (Quem quiser pode ouvir o álbum aqui).

Tenho lembranças lindas de Toronto. Não consigo não falar da cidade e não consigo não pensar em retornar o mais breve possível. Eu quero mais tempo por lá. Eu não estranhei a cidade, parecia que não era a primeira vez que estava ali. Alguma coisa no cheiro (cheiro de coisas, de lugares, é algo muito forte para mim) da cidade trazia um “reconhecimento”. Uma sensação de pertencer aquele ambiente. Tive a sorte de ter uma família maravilhosa me recebendo e de ter a Pauline, amiga para a vida, que foi de uma paciência ímpar e mostrou aquela que é a cidade que ela escolheu para viver. Teve a Gaby e o Juliano (e o Joe, num podemos esquecer o Joe, o cachorrinho mais sério e adorável que já vi) que me receberam na casa deles com um carinho lindo. Não só eles como os amigos que ali estavam. Teve a Barbara também. A Jessica que não consegui conhecer mas com quem falava por twitter. E tiveram meus amigos do curso, os professores maravilhosos. E mais uma vez, teve a cidade, a cidade que me recebeu de braços abertos e me mostrou que existe uma outra maneira de viver muito parecida com a que sempre desejei para mim, mas que achava impossível. Não é uma vida melhor, ou pior. Apenas algo que me identifiquei, algo que não dá para descrever, apenas sentir. Tem gente que tem isso com o Rio de Janeiro, outras com São Paulo, outras com Nova Iorque, alguns com Paris, outros com Roma. Eu tive com Toronto, e tenho com Niterói.

Pensei em fazer um top 10 sobre o que melhor vi por lá mas não consigo fechar a conta. Apenas quero deixar registrado aqui mais uma vez a felicidade que tive com essa viagem. E como disse uma cliente muito fofa essa semana para mim: “Na minha vida não sou prazos a nada. Tudo que está na minha lista fica e as coisa vão chegando no seu tempo. E assim não me frusto por não ter consigo algo no tempo que estipulado”. Por isso não vou mais dizer que volto a Toronto para morar por um tempo em 2015, volto quando o for o melhor momento. Parafraseando Keane: vou esquecer os fantasmas que me deixam velha antes do tempo.

Há 1 semana faltavam 1 semana para a

maio 4, 2013

Há 1 semana faltavam 1 semana para a viagem que mudaria minha vida.